DESIGN BY PLAY BLEU 2017

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Agenda. 

9 A 14 SETEMBRO | SALVO CONDUTO com LÍDIA MARTINEZ O quarto da Pinoquia

O Quarto da Pinóquia !Vamos então seguir a visita da Pinóquia ao nosso mundo. Nasceu numa família de escritore.as usando gola plissada à Pierrot! Vivem felizes num quarto cheio de recados. Normalmente fazem piqueniques aos domingos. !Dançam de noite sonâmbulos... !A Pinóquia gosta de dançar ao sol, à luz do dia e assim foi.Pegou na cesta e foi à vida. Pois então. Isto aconteceu num país onde a língua da cobra se desenrolava como um grito vindo de longe. Depois de muito obrar e já velhinha...a dita menina, foi passar a cabeça pelo buraco de uma agulha e transformou-se numa pirilampo. A fada azul consumiu-se e os cabelos foram crescendo até mais. As avós e os avôs tricotaram-se meias quentes, camisolas de noite e de mãos dadas assobiavam como as baleias que davam à costa uma vez todos os cem anos. OuOuoouOuououoUoUo! Toda.os deixaram o mundo, mas um pózinho brilhando na noite vai-se esvaziando na areia fria. Cada grão conhece um nome, cada um.a possui o seu vento, assobiando-o. Dança pirilampo dia e noite, a eterna mão abanando a sua alegria faz- nos sinal! A Pinóquia segue-nos. !LM, fevereiro 2019 !

SALVO CONDUTO é uma actividade com o domínio artístico na formação sob o formato criação site-specific e com a obrigatoriedade de apresentação pública de um resultado, no final de cada acção. Os princípios de pesquisa e construção performativa, nestas formações, pretendem evocar a memória e a corporeidade a partir de um estado que se pretende profundo de relação com o espaço e o tempo, adensando, nos profissionais participantes, um novo conjunto de ferramentas para as suas futuras criações. A realização desta formação prática será no espaço do Museu Nogueira da Silva enquadrando-se, no seu final, numa criação Site-Specific. Durante uma semana, os participantes (coreógrafo e bailarinos, profissionais das artes performativas) passarão a habitar um novo espaço - Museu Nogueira da Silva.

O programa de formação circunscreve-se num formato semelhante a uma residência coreográfica com o objectivo de implementar um modelo de actualização e valorização profissional que tenha repercussões directas nas carreiras dos participantes.

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BIO LÍDIA MARTINEZ Nasceu em Lisboa em 1952. Frequentou os cursos de dança na Ópera de São Carlos, estudou pintura na Escola de Artes Decorativas António Arroio e na Escola Superior de Belas Artes, com o mestre Lagoa Henriques. Parte para Paris em 1972 onde termina o curso de Belas Artes. Interessa-se pela arte da marioneta e pela mímica diplomando-se em 1982 pela escola Magenia, com a mestra Ella Jaroszewicz. Estudou Butô, Acting, Dança, Máscara, Canto e Música Contemporânea com diversos artistas. Autora, coreografa e intérprete desenvolve o seu trabalho nas áreas da dança, da pintura e da escrita. O bilinguismo é uma preocupação que envolve os seus trabalhos permitindo-lhe veicular a língua portuguesa em França.?Em 1985, Lídia cria em Clichy, o primeiro evento em que se apresenta em França a obra do poeta Fernando Pessoa, com a exposição Navegar é preciso... e as peças coreográficas Faire-Part e Dança Macabra. No ano seguinte estes trabalhos estiveram presentes no FITEI no Porto. Para a celebração do bicentenário da Revolução Francesa, apresenta no American Dance Festival e no Jacob’s Pillow nos EUA, a sua peça «Inez, rima com Martinez e a Rainha Santa Isabel». De novo em Paris, é convidada a representar a dança portuguesa no Centre George Pompidou durante dois anos consecutivos. Colabora intensamente durante cinco anos com o Festival de Teatro Português para o qual criou várias peças. Entre elas, duas versões do texto «Antes que a noite venha« da escritora Eduarda Dionísio, ambas apresentadas na Fundação Calouste Gulbenkian. Inspirada no mito de Inês de Castro, Lídia criou mais de vinte espectáculos e performances desde 1984 até hoje. Durante o Ano Inesiano de 2005, faz uma digressão pelos Mosteiros de Portugal com a peça«O resto é silêncio e Falas da Castro». ?Como consequência do estudo do movimento na obra de Paula Rego que desenvolve desde 1999, tem integrado nas suas peças, a solo e a duo, características das personagens da sua pintura.

Salvo Conduto - Formação site specific- 9 A 14 DE SETEMBRO, , MUSEU NOGUEIRA DA SILVA, BRAGA

Apresentação- Salvo Conduto O quarto da Pinoquia – 14 DE SETEMBRO , 16:00h , MUSEU NOGUEIRA DA SILVA, BRAGA

Instalação Site Specific- Salvo Conduto O quarto da Pinoquia-14 DE SETEMBRO , 16:00h , MUSEU NOGUEIRA DA SILVA, BRAGA

 

http://www.mns.uminho.pt

AV. CENTRAL 61

4710-228 BRAGA

+351 253601275

sec@mns.uminho.pt

ASSEMBLEIA 19 | 19 Jan 2019

AUDITÓRIO JOSÉ SARMENTO | MERCADO CULTURAL DO CARANDÁ

Inicio do programa CALL comunidade. O desafo será lançado no sentido se criar uma plataforma de embaixadores para a divulgação e desenvolvimento de uma prática de ensino artístico que não esteja tão impregnada dos valores capitalistas actuais, direcionados para o utilitarismo e o empreendedorismo artístico, que explora a aspiração das pessoas a terem acesso a estatutos, produtos e mercados mais elitistas, a indústria do entretenimento e da ocupação dos tempos livres, ou ainda, um ensino artístico focado na acumulação de competências e certifcados, no qual os pais investem para que os flhos sejam mais versáteis, com maior valor de mercado e, consequentemente, mais competitivos.

Oradores Convidados:
Vereadora do Pelouro da Cultura e Educação da Câmara Municipal de Braga Dra. Lídia Dias;
Prof. Doutora Catarina Martins directora do Instituto de Investigação em Arte Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto;
Actor e Professor na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo António Durães; Padre Dr. Paulo Duarte da Companhia de Jesus,/Colégio das Caldinhas;
Coreógrafa Sílvia Real do grupo 23: silêncio;
Dr. Armando Pinho membro da Arte Total cia.

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GUELRA com SÍLVIA REAL | RESIDÊNCIA ARTÍSTICA | 11 a 16 fev 2019

December 26, 2018

GNRATION 

Residência GUELRA 


 

Muitas pessoas afirmam que não há racismo em Portugal, haverá racismo em Braga?


 

“Infelizmente, rapidamente percebi que a cor da minha pele não era indiferente. Sou professora do 1º ciclo e sei o que é ouvir alguns encarregados de educação comentarem, em surdina, “não pode ser boa professora porque é negra”; “tinha que me sair a preta na rifa”; “fala muito bem para uma pessoa africana”. (…) Fui ouvindo estes e outros comentários, sempre calada. Acho que nós, os afrodescendentes, temos tendência a fazer isso. Calamo-nos. Calamo-nos até que aconteça algo que nos faça sentir tão humilhados que nos obriga a reagir.” 

(Ariana Furtado, Público)


 

A recolha de dados étnico-raciais é nacionalmente reivindicada há já vários anos por pessoas e coletivos que lutam contra o racismo estrutural, a discriminação racial e a xenofobia e é também recomendada por vários organismos internacionais. Está hoje em cima da mesa a discussão sobre a inclusão de categorias étnico-raciais (como? quais? definidas por quem? etc) no próximo censo nacional a ser realizado em 2021, enquanto passo importante no combate ao racismo e na resposta às desigualdades étnico-raciais na sociedade portuguesa.


 

Através de questionários que iremos fazer a algumas pessoas nas ruas de Braga gostaria de ligar várias ideias.

Este questionário terá um pedido de identificação com alguma categoria étnico-racial, a definir pela própria pessoa. O resultado desse questionário fará parte, de alguma maneira, da apresentação final. 

O fluxo da escrita interfere sempre em todos os meus processos criativos e muitas vezes as palavras são uma espécie de gatilho para construir uma dança ou até podem mesmo chegar a fazer parte da banda sonora.


 

O objectivo será, então, dar continuidade à investigação que ando a fazer desde 2017, mas, desta vez, tentando trazer à luz a diversidade da população, que por vezes é invisível aos olhos de uma cidade.


 

Irei trabalhar com uma intérprete adulta e uma criança que vivem em Braga e ainda uma intérprete adulta que vive no Porto e uma criança que vive em Lisboa, com quem trabalho neste momento para o novo espetáculo do Grupo 23: silêncio!, a estrear em 2019.


 

A ideia de trabalhar com crianças e adultos parte do trabalho que desenvolvo há cerca de 8 anos e que resultou nos espetáculos realizados pelo Grupo 23: silêncio! ("E se tudo fosse amarelo?"/2015 e “Agora”/2017).


 

As crianças influenciam-me constantemente e estes espetáculos em cocriação com elas determinaram, sem qualquer dúvida, o rumo do meu imaginário, numa relação de grande cumplicidade!

Sílvia Real

Agradecimentos: Simone Andrade

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Workshop GUELRA rúptil com Flávio Rodrigues

December 15, 2018

Workshop GUELRA  - rúptil | na era dos castigos incorpóreos 

Sinopse

 

Neste workshop será tratado e explorado questões recorrentes e presentes nos meus processos de criação em geral, contudo dando ênfase às motivações para o mais recente projeto: rúptil | na era dos castigos incorpóreos. 

O corpo como veículo, como objeto, ação, presença, ausência, construção, mapeamento e frequência são algumas das palavras-chave e ideias a serem refletidas e colocadas em prática no decorrer da formação. 

(É importante que os formandos tragam roupas confortáveis e água).

GUELRA - rúptil | na era dos castigos incorpóreos | Flávio Rodrigues

December 14, 2018

rúptil | na era dos castigos incorpóreos é um projeto multidisciplinar e de carácter experimental. É estudado com o propósito de ser apresentado em espaços não convencionais, site-specific e capazes de proporcionar relações variáveis e opcionais entre a obra, o perfomer e o público. 

Transeunte, contínuo, frequência, acumulação, processo e criação são algumas das palavras e ideias chave, que em si, dão lugar à acção base e primordial deste projeto, o caminhar. 

Jean-Jacques Rousseau diz: “caminhar é dar forma, seguir um percurso, modelar com os pés, se o atendermos a concepções mais antigas. Esse andar que faz caminho, vaguear poético, pode ser visto como um passeio, mas também como exploração, como viagem surrealista ou deriva situacionista”.

Dou inicio a este projeto por perscrutar mapas, cartografar, elaborar e planificar destinos. As motivações, as distâncias, as zonas e as durações variam entre cada viagem, saliento a importância das fronteiras, a audácia, zonas célebres e de memória, outros centros, periferia e lugares olvidados. 

O registo/documentação acontece tanto de uma forma imperativa como instintiva. 

rúptil | na era dos castigos incorpóreos objetiva exactamente isso, que a acção de caminhar desafie e provoque que o performer/criador/caminhante, prossiga (em ato contínuo) registando, respigando, recolhendo, colecionando matérias e materiais que à posterior, em estúdios e/ou em lugares temporários, se apodere das "matérias-primas" e desenvolva uma serie de esculturas essências e basilares da e para a performance. 
 

As esculturas projectam-se como anotações, registros, poéticas de rompimentos de fronteiras, resquícios de uma espécie de cidade fantasma e obsoleta. Mapeamentos. Objetos ritualísticos, brutos. Convocações, alegorias. Manipuláveis, vulneráveis. Construções e idealizações da condição humana. Fragmentos de uma história. Símbolos. Organismos complexos e em constante mutação. 

O performer é tempo, acção e espaço. É transeunte. É compositor e maestro. É minucioso, silencioso, e arbitrariamente o nada (o vazio como superação e como desejo). É água (mar). 

rúptil | na era dos castigos incorpóreos é um projeto na sua essência processual, nómada e recoletor. Uma ode à beleza do caos que é a nossa existência. 

Para além da performance, serão desenvolvidos outros três projetos paralelos, uma paisagem sonora, um livro de autor e um registo de vídeo documental.

Bio

Flávio Rodrigues nasceu em Vila Nova de Gaia (Mafamude-1984). Actualmente, reside no Porto (Portugal).
Tem formação em Dança pelo Ginasiano (1996), Balleteatro Escola Profissional (2003), Dance Works Rotterdam (2005) e pelo Núcleo de Experimentação coreográfica (2008).
Frequentou o curso de Intervenção Pública e Criação de Obras Site-specific na Universidade Lusófona (2009) e frequenta o curso de Dj na escola Bimotor (2015).
Em 2012 participa nos encontros Les Réperages/Danse à Lille e integra, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, a residência coreográfica Correios em Movimento/Dança em Trânsito, Rio de Janeiro.
Desde 2006 que desenvolve os seus projectos pessoais (performances, filmes; instalações; paisagens sonoras; intervenções públicas) apresentando-os em diferentes contextos : CATÁLOGO (2008), Starveling (The rite of spring) (2012), RARA (2014) e MAGMA (2018) são alguns dos títulos. 
Colaborou (como interprete, músico ou figurinista) em projectos com diferentes criadores tais como Né Barros, Isabel Barros, Joclécio Azevedo, Vítor Rua, Tânia Carvalho, Joana Castro, Bruno Senune, Elisa Worm, Mariana Amorim, Teresa Prima, Radar 360º e Cristina Planas Leitão. 
Foi intérprete da companhia Ballet Contemporâneo do Norte entre 2009 e 2014. 
É co- programador do Festival Corpo+cidade, desde 2014

Arts Agôn: October 2018 Arts Research Forum

October 10, 2018

The Division of the Arts next Arts Agôn Symposium on the creative arts research will be held this October and will feature projects from artists based in UW Madison as well as presentations by colleagues from the University of Porto's Faculty of Fine Arts: Catarina MartinsCatarina Almeida and Cristina Mendanha. You are all welcome to join us!Sobre o que é este item? O que há de interessante nele? Escreva uma descrição cativante para chamar a atenção do seu público...

SALVO CONDUTO com SÍLVIA REAL

September 14, 2018

O que queres ser quando fores grande?

O novo espetáculo do Grupo 23: silêncio!, a estrear em Lisboa, no Teatro Nacional D. Maria II em setembro de 2019, instiga uma pesquisa à volta desta pergunta, dos momentos de indecisão e impasse que acontecem ao longo da nossa vida, de criança e de adulto.

É uma frase que ouvimos a toda a hora, seja a brincar ou muito a sério. Cresce-se e vive-se com medo de não ter a oportunidade de descobrir a nossa vocação; de não poder experimentar aquilo que poderia ser o nosso talento; acabam-se os estudos para encontrar uma outra realidade; opta-se frequentemente pelo mais fácil ou por aquilo que é possível na altura, por vezes bem longe dos sonhos iniciais. E ainda há quem já nem ouse sonhar, porque, afinal, não vale a pena. Sonhar torna-se quase um luxo perante os constrangimentos da vida real. Felizmente há quem tenha sorte e encontre aquilo que gosta de fazer, conseguindo fazer disso a sua profissão.

Toda esta ansiedade que pais, professores, políticos e a sociedade no seu todo colocam desde muito cedo às crianças, não lhes permite viver plenamente as experiências inerentes ao seu crescimento, tornando a vida demasiado pesada e presa a um calendário, a um plano pré-definido. Tantos planos, tão cedo.

Como é que, enquanto adultos, conseguimos dar a força necessária às crianças e aos adolescentes para acreditarem em si e neste mundo tão desencantado e absurdo? E nós acreditamos? 

Num mundo cada vez mais polarizado, desigual, tecnologicamente acelerado e com uma humanidade (ainda) em construção, precisamos de tempo e espaços para sentir e reflectir. Afinal, que compreensão temos do mundo? Como o lemos? Será que os direitos humanos, enquanto ferramentas de pensamento crítico, de empoderamento e transformação individual e social, nos podem ajudar na sua (re)leitura?

Ligando pensamento e movimento, queremos criar um espaço e um momento para parar e pensar a identidade e a coexistência num planeta partilhado. 

Em Salvo Conduto gostaríamos de explorar estas questões relendo o agora individual e de grupo num espaço ressignificado pela partilha. O que é que quiseste ser e (não) foste? É que há pessoas que já não sonham. Haverá uma idade em que deixamos de sonhar? Será que perdemos a capacidade de sonhar?

“- Imagina que és um adulto que anda sempre bué triste. 
- Eu não quero ser um adulto triste.
- Eu não quero ser um adulto.
- Queres ir para a terra do nunca?”
Diálogo realizado recentemente entre quatro intérpretes adolescentes nos ensaios para o novo espetáculo do Grupo 23: silêncio!: Violeta (11 anos), Vasco (15 anos) e Jade (11 anos)

Simone Andrade e Sílvia Real

GUELRA com Kittyking Dance Company (Sabina Aeschlimann)

July 20, 2018

A obra “Manifestation of Fear” (ou “Manifestação do Medo”) é uma obra de dança contemporânea que expressa o corpo e os movimentos que são causados pelo medo emocional e subjetivo.

Como é que o medo pode ser materializado e incorporado fisicamente nos 7 performers e como pode isso afetar os seus mecanismos e auto-compreensão?

A companhia KittyKing investiga a sua história particular para detetar as origens de algumas das suas ansiedades, como abuso, violação, VIH, aborto e solidão.

“Manifestation of Fear” estabelece uma atmosfera onde se podem desenrolar, sobrepor e transformar cenas imprevistas. Os medos que eram pessoais podem agora divagar e tomar diferentes corpos ou situações e alterar a sua aparência. Desta maneira, o medo pode ser processado de diferentes maneiras, entre a tragédia e a comédia. Ao mesmo tempo, a obra reflete a identidade intercultural dos protagonistas e a possibilidade coletiva de construir um discurso artístico único, baseado no medo, que é um dos sentimentos primários do ser humano, e as suas manifestações.

GUELRA RESIDENCIA 16-21 julho

LOCAL : GNRATION

MEMÓRIA

July 12, 2018

Espectáculo com comunidade 

!3 e 14 julho | THEATRO CIRCO

AULAS ABERTAS

January 29, 2018

As aulas abertas têm como objectivo  a sensibilização de crianças e jovens para a prática das artes performativas.
Em estreita relação com a comunidade educativa, com a Câmara Municipal de Braga como parceiro, realizamos uma acção pedagógica constante na rede escolar desde 1992. Estamos associados a Centros de Formação e a Centros de Investigação em Educação Artística, produzindo e realizando acções e materiais pedagógicos que contribuem para um crescente aumento do interesse pela arte na educação. 
Contamos com um corpo docente permanente especializado e diversificado e um vasto grupo de artistas colaboradores nos cursos anuais e pontuais.

CALL- escola

March 05, 2018

CALL escola é um programa de actividades da Arte Total que visa  promover a capacidade de gerar propostas inovadoras no campo da educação, conciliando a dança com os media artes.
São objectivos do programa  a promoção da ideia de uma educação artística contínua, contrária à ideia de rapidez na assimilação de metodologias; a valorização da criação e produção artística com  ligação à comunidade, às instituições culturais do concelho e à rede escolar (Agrupamento de Escolas| Comunidade de emigrantes| associações culturais) e a inclusão e interligação de saberes, diluindo as fronteiras estanques entre as artes, disciplinas e tecnologias, com um foco nas práticas artísticas contemporâneas.

 Agrupamento Escola Dr. Francisco Sanches 

5 março | 12 abril | 16 abril | 23 abril

GYROKINESIS

April 22, 2018

Semana da Dança 

Comemoração do dia mundial da dança. 
tem como princípio-chave a fluidez de movimentos e incorpora alguns dos fundamentos do yoga, dança, natação e tai-chi. É um método de exercícios que enfatiza a conjugação do movimento com a respiração, criando um fluxo energético que atinge não só a musculatura e articulações, mas também orgãos internos do corpo.

23- aula de GYROKINESIS - 10:00h Tenda BdeDança | Av. Central 

AULA LIVRE

April 22, 2018

aula livre de Contemporâneo com Teresa Fabião para sensibilização de público para a prática das artes performativas 

23- aula Contemporâneo - 19:15 Tenda BdeDança| Av. Central

AULAS ABERTAS PARTICIPADAS

April 22, 2018

Aulas livres de Dança abertas à participação com inscrição prévia 

23 a 25 - aulas abertas ao público - 18:30 Arte Total | Mercado Cultural do Carandá

ESCUTA

April 26, 2018

Um arrepio na pele, um aperto no peito, um vazio, uma lágrima no olho… Cada corpo reage de forma diferente ao mesmo som. A mesma pessoa reage de diferentes formas ao mesmo som! Há quem seja hipersensível a certos sons e quem sinta outras sensações (cheiro, cor, imagem) através do som. O corpo transforma-se através da estimulação sonora e fala com o exterior. O nosso corpo não se limita a gostar ou não gostar, ele tem algo a dizer acerca do que recebe. A escuta do corpo é uma escuta activa, nunca podemos fingir distracção. Através dessa escuta sentimos alegria, tristeza, medo, insegurança, e dificilmente o nosso corpo esconde o que sente. É como se se tratasse de uma escuta de sobrevivência pois o nosso corpo insurge-se a esses estados fisicamente para nos proteger. E vocês, mais do que ouvir o som e ver os corpos, escutem a “música” e deixem-se contaminar pelas palavras que o vosso corpo vos está a comunicar.

Ficha técnica
Direcção artística- Cristina Mendanha
Coreografia- Gabriela Barros
Co-criação- David Ramalho| Armando Pinho
Desenho de luz- Sérgio Julião
Sonoplastia- João Figueiredo
Vídeo| imagem- Play Bleu

27 abril | Museu Nogueira da Silva

BRAGA INTERNATIONAL VIDEO DANCE FESTIVAL

April 27, 2018

Braga International Video Dance Festival is a international online competition for dance films and a platform for spread, learning and development of artistic work focusing in body-technology.

 28 abril | Casa dos Crivos | 21:30

GUELRA- isto tornou-se no meu texto

May 11, 2018

Guelra – Laboratório de Transcriação Coreográfica, é um laboratório transdisciplinar desenvolvido pela Arte Total desde 2012.

Este laboratório funciona como residência artística que culminá com a organização do material produzido, numa apresentação/ instalação pública final.

O projecto Isto tornou-se o meu texto pretende investigar a escrita como parte do pensamento criativo da construção coreográfica. Neste laboratório, a dança é accionada pela realização de textos em contextos site-specific, de acordo com estímulos e directivas precisas. Este processo de criação  desenvolveu-se em torno de dois eixos centrais, a saber: por um lado, analisa-se e reflecte-se sobre a forma como o fluxo da escrita pode interferir nos processos criativos e de formação em dança; por outro, experiência-se a dificuldade da tradução do acto de criação coreográfico para uma outra linguagem, permite ler nas camadas de um corpo “phármakonizado” a duplicidade de sentido, a ambiguidade e a possibilidade de gerar um corpo escrito em si mesmo. Ou seja: o remédio e o veneno. Cristina Mendanha

Com a participação de Gabriela Barros e Peter Michael Dietz

7 a 12 maio – residência artística

12 MAIO – apresentação pública final

HORA – 17:00

PREÇO – 3 euros

LOCAL –GNRATION  Sala de formação

 

Guelra -residencia (7 a 12)

             -performance e instalação (12)

            

GUELRA - workshop

May 11, 2018

As performances contemporâneas, pós-digital e multimídia, reivindicam novos tipos de técnicas de escrita e textos que integram múltiplas linguagens, cruzamentos artísticos e intercetações com novas tecnologias e conhecimento científico (Causey, 2016; Morris & Swiss, 2006; Cubitt, 1998). O trabalho desenvolvido está focado em explorar novos modos de criação artística, envolvendo tecnologias digitais e modos alternativos de escrita para performance, através de metodologias de prática como pesquisa (Nelson, 2006). Neste workshop, propõe-se descrever, ilustrar e analisar criticamente o uso dessas metodologias e mediaturgies (Marranca, 2010) numa oficina sobre essas abordagens metodológicas para a criação e pesquisa artística. O workshop será baseado na pesquisa artística e estética de conceitos “nietzscheanos” e “deleuzenses” de subjetividades pós-humanas e é inspirado pela abordagem linguística psicológica lacaniana.

 

DATA: 12 maio, sábado

HORA: 10:00

Duração: 3 horas

PREÇO: 5 euros

LOCAL GNRATION

Limite máximo de participantes: 15

Limite mínimo de participantes: 6

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TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - ARTE TOTAL 

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